segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O perigo da Culpa.


 Claro que, quando erramos, temos que nos desculpar. Ser humilde e reconhecer os próprios erros faz parte da vida. Mas, muitas vezes, nos sentimos culpadas sem termos feito nada errado!
Veja como se livrar desse sentimento e sinta um alívio instantâneo:

     Você já reparou que a grande maioria das pessoas vive às voltas com a culpa? Culpa por não dar a atenção devida ao amigo. Culpa por não acolher tal pessoa. Culpa por ter (ou não) tomado tal atitude… Os motivos variam, mas lá está a culpa sempre nos atormentando.
    Pois eu digo que a paz interior só será conquistada se você ouvir a própria alma e der espaço para o bom-senso. A culpa, minha gente, assim como a tristeza, a angústia, a pena e todas as sensações ruins, são puro sentimentalismo.
    A sociedade nos obriga a sermos bonzinhos, e sofremos com essa imposição. A culpa traz dor e desconforto. Significa que estamos agindo inadequadamente, dando uma farta atenção às cobranças infundadas que são feitas nas nossas vidas. “Você tem que ser assim, você tem que fazer assado”, nos dizem.
    Por exemplo: temos que fazer algo pelo outro porque ele é coitadinho. A ameba do “tem que” aparece e diz que você “tem que ajudar’. Ela pressiona, traz a culpa e você acaba cedendo. Veja bem: culpa nada tem a ver com a sua vontade, que é genuína e vem da alma.
Quando a gente dá ouvidos a essas amebas perdemos o entusiasmo, bloqueando nossos caminhos. Ora, dê uma basta nisso. Lembre-se: você não é obrigada a fazer nada que você não queira de fato.
    Você notará um alívio ao ficar em sintonia com sua alma. Não importa o que dizem a seu respeito. Você está bem consigo mesmo. Com o tempo, sentirá ainda mais coragem pra ser autêntico com as pessoas. Pare de pedir desculpas e assuma-se. O respeito por si mesmo fará você aperfeiçoar suas habilidades sem sofrer.
     Agora você pode perguntar: como ficar do lado da minha alma? Simplesmente sendo você mesmo! Confie no próprio taco, não faça tipos para agradar ninguém, faça só o que gosta. Quem não está bem consigo mesmo, não vai pra frente. Quem está, se realiza.
Meu recado é: ouça a voz que vem do seu coração. Não subestime sua intuição.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

A formiguinha

Depois de um bom tempo ausente, volto a escrever. Vou postar hoje uma crônica que fiz há alguns dias atrás, se trata da história de uma formiguinha. Não sei bem ao certo porque escolhi a formiguinha para exteriorizar o meu sentimento do momento, pra falar a verdade, nem sei explicar direito também o que me motivou a narrar esta história. Eu só sei que se trata da exemplificação de um caso particular e que por muitas vezes transita pelos trilhos da vida e acaba se passando quase que imperceptível pelas estações até que se desfaz e desaparece e ai já não se pode fazer mais nada. Eu acho que a história ficou incompleta, mas capaz de transmitir a mensagem objetivada. Confiram:


"      Era uma vez certa formiguinha que nunca se conformara com idéia de que sempre teria, até o seu ultimo suspiro de sua vida curta, seguir a idéia de coletividade em que todos deveriam acompanhar o exemplo dos integrantes daquela grande massa que seguia pelo mesmo caminho até chegar ao topo daquela quase morta pobre árvore desfolhada. Seu grande grupo andava através da estreita trilha que fora formada há alguns dias atrás por um novo caminho alternativo, motivada pela grande chuva que destruira parte do grupo. O que intrigava aquela formiguinha não era só a idéia de fazer o mesmo que todos, mas também o por que que sempre eles atacavam diariamente a mesma árvore, a mesma árvore que durante muito tempo vinha sendo explorada por suas gerações antepassadas , estava sendo devorada no presente e talvez continuaria sendo desfolhada nas próximas gerações até que se chegasse o dia em que a formosa e exuberante árvore não agüentasse mais e desfalecesse sufocada , sem a capacidade de conseguir respirar, devido a ausência de suas folhas. A formiguinha não entendia porque os mais antigo da colônia não conseguiam enxergar como ela enxergava. Enxergar que ao redor daquela árvore existia tantas outras árvores, tantos outros arbustos, tantas outras fontes de captação de energia e que se esforçassem mais um pouco chegariam nelas e deixariam de ser totalmente dependentes daquela pobre árvore. Ninguém ouvia a incessante voz da formiguinha, todos a chamavam de disturbiada, de louca, de desobediente e contrária às ordens da suprema Rainha que ordenava que todos atacassem aquela árvore e cortassem o máximo de folhas que pudessem por dia e trouxessem para os depósitos da colônia como forma de subsistência de todos.
    Ao perceber que a forminha estava tentando convencer as demais formigas da colônia, suprema Rainha ordenou que os guardas da Corte a capturassem trouxessem até sua presença para ter ciência das idéias desordenadoras dela. Quando  levaram-na para a presença da suprema Rainha ela confirmou todos os seus pensamentos e aconselhou que a corte deveria dar a liberdade para todas as formiguinhas e elas deveriam fazer apenas o que gostavam de fazer e que todas buscassem diariamente em outras fontes seus alimentos e coletassem de vários lugares a subsistência da colônia. A suprema Rainha ficou muito furiosa com as idéias da formiguinha e como punição ordenou que arrancassem suas antenas e a levassem para bem longe da colônia para que ficasse perdida e nunca mais voltasse. A formiguinha não agüentou e depois de alguns dias perdida e desorientada acabou morrendo de fome. Passou-se o tempo e em um belo dia um lenhador chegou e derrubou a bela árvore para transformá-la em uma casa para sua família e todas as formigas da colônia ficaram surpresas e não sabiam de onde iriam tirar seus sustentos e perdidas e desorientadas acabaram todas morrendo de fome!"

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Se Avexe não.......

Se avexe não
Amanhã pode acontecer tudo
Inclusive nada
Se avexe não
A lagarta rasteja até o dia
Em que cria asas
Se avexe não
Que a burrinha da felicidade
Nunca se atrasa
Se avexe não
Amanhã ela pára na porta
Da sua casa
Se avexe não
Toda caminhada começa
No primeiro passo
A natureza não tem pressa
Segue seu compasso
Inexoravelmente chega lá
Se avexe não
Observe quem vai subindo a ladeira
Seja princesa ou seja lavadeira
Pra ir mais alto vai ter que suar

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Nem sempre o besta é besta

O turco Salim chega ao banco e fala para o gerente: 
- Eu quer faze uma embréstimo!!!
Surpreso, o gerente pergunta para Salim: 
- Você, Salim, querendo um empréstimo? De quanto? - Uma real.
- Um real? Ah, isso eu mesmo te dou.- NÃo, não!  Eu querer embrestado da banco mesmo! Uma real!
-Bem, são 12% de juros, para 30 dias... 
- Zem broblema! Vai dar uma real e doze zentavos. Onde eu assina? 
- Um momento, Salim. O banco precisa de uma garantia. Sabe como é, são as normas.- Bode begar meu Mercedes zerinha, que tá aí fora e deixai guardado no garagem da banco, até eu bagar a embréstimo. TÃo bom azim?
- Feito!!!
Chegando em casa, Salim diz para 
Josefa:- Bronto, nóis já bode viajar bra Turquia zem breogubazon. Conzegui dexar a Mercedes num garagem do Banco do Brasil bor 30 dias, e eu só vai bagar doze zentavos de estacionamento.
                               

A raiva

   
As escrituras do yoga dizem que uma pessoa evoluída conserva sua raiva por um minuto; uma pessoa comum conserva-a por meia hora e uma pessoa ainda não evoluída conserva sua raiva por um dia e uma noite. Mas uma pessoa cheia de mágoas lembra-se da sua raiva até morrer.
É humano sentir raiva, faz parte de nossa evolução, mas devemos esquecê-la rapidamente. Não devemos alimentá-la nos lembrando dela, nem remoendo acontecimentos passados, porque a raiva causa uma grande inquietude interior.
Somos as primeiras vítimas de nossa própria raiva. Ela nos queima por dentro, tirando nossa paz; obscurece nossos pensamentos, distorce nossas percepções.
A raiva acumulada, guardada um pouco aqui e ali, nos prejudica muito e nos afasta de Deus, de nossa verdadeira essência divina, de nossa bondade e compaixão.
As pessoas pensam que alguém ou algo lhes provoca raiva, mas essa raiva já existe dentro delas, é criada e mantida por elas. Se você sente raiva, não pode culpar a ninguém a não ser você mesmo.

Seis tipos de pessoas são tristes.
No grande poema épico indiano, Mahabharata é dito:
"Seis tipos de pessoas são tristes:
- Aquelas que têm inveja dos outros
- Aquelas que odeiam os outros
- Aquelas que estão descontentes
- Aquelas que vivem da fortuna dos outros
- Aquelas que são desconfiadas
- Aquelas que têm raiva"
Verdadeiramente, é a raiva que produz as outras cinco condições que causam a tristeza.
E esta raiva assume muitas formas, muitas facetas como: aflição, ressentimento, contrariedade, mau humor, aspereza, animosidade,
explosões de raiva, ira, rancor, crises de choro e soluço. Muitas vezes, as lágrimas não são sinais de fraqueza, mas a força da raiva.

A raiva envenena corpo e mente
Ataques de raiva e de mau humor produzem danos sérios nas células do cérebro, envenenam o sangue, causam insônia, depressão e pânico; suprimem a secreção dos sucos gástricos e da bílis nos canais digestivos, criando gastrites e úlceras, esgotam a energia e vitalidade, causam problemas cardíacos, provocam velhice prematura e encurtam a vida. 
Quando você se zanga sua mente fica perturbada e isto reflete em seu corpo que sente distúrbios. Todo o sistema nervoso se agita e você se enerva, perdendo a harmonia, a eficiência de agir, o vigor e o entusiasmo.
A raiva é uma energia poderosa que precisa ser dissolvida para que você possa ser mais livre e saudável.
Colocar a raiva para fora apenas agrava esta emoção negativa e a faz crescer ainda mais. Se deixarmos isto sem controle, expressando nossa raiva cada vez mais, ela não vai se reduzir e sim aumentar, gerando mais dor e inquietude para nós.

Aprenda a lidar com a raiva
É necessário aprender a lidar com a raiva e nos livrar de seus efeitos negativos tanto físicos, mentais e espirituais.
Como o desejo está muito ligado à raiva, é importante quando sentimos raiva perguntar a nós mesmos o que queremos desta situação que não estamos conseguindo. Isto cria uma mudança em nosso foco. E em vez de ficarmos presos na raiva, nós a observamos. E logo depois, podemos perguntar a nós mesmos de que outra maneira podemos conseguir o que queremos. E podemos perceber que idéias alternativas surgem na mente e isto melhora nossa frustração e diminui a raiva.
Existem pessoas que gostam de ficar com raiva. Sentem satisfação, poder e liberdade quando têm explosões de raiva. Acham que até aliviam as tensões, mas depois se culpam e lutam para controlar isso. Ajudaria muito se elas entendessem que mesmo que possam sentir alívio no momento, isto não funciona. A raiva apenas escraviza, e é prejudicial tanto fisicamente, psicologicamente e espiritualmente.
Porém existem momentos que a raiva é incontrolável e nem temos tempo de nos fazer perguntas sobre o que queremos. Nesses momentos, não é possível sentir desapego, ficamos presos completamente. O que podemos fazer?

A melhor saída
A melhor saída é sair da situação, dar uma volta, se afastar do ambiente ou da pessoa, tomar um copo de água, respirar algumas vezes profundamente, lembrar-se de Deus, do mantra.
Depois quando nos acalmarmos, podemos voltar e lidar com o assunto de uma maneira mais equilibrada, sem ofender e magoar os outros; sem nos desequilibrar.
Quando falamos de uma maneira tranquila sem raiva, o outro pode até nos entender e ouvir melhor, mas quando falamos com raiva só criamos mais conflitos e desarmonia.
Para se afastar no momento da discussão ou apenas ficar calado até se acalmar é necessário humildade. Quando estamos com muita raiva, queremos que a outra pessoa admita que está errada e isto é orgulho. Esse orgulho impede que nos acalmemos. Mas se você admitir que dissolver a raiva é mais importante do que provar que o outro está errado, você sente a humildade que lhe liberta da tirania da raiva.
Todos os inimigos internos alimentam uns aos outros e se estamos presos no orgulho é mais difícil lidar com a raiva. A humildade nos ajuda a testemunhar o que está acontecendo dentro de nós.
Em vez de guardamos raiva por horas, ou dias, podemos largá-la logo e evitar assim muitos momentos de sofrimento. Basta não alimentarmos essa raiva, não remoendo e lembrando acontecimentos passados. Se voltarmos nossa atenção para outras coisas e para o momento presente, ficamos livres da raiva e podemos ter momentos felizes.
A raiva acumulada desde a infância gera a depressão que tira a alegria de viver. Hoje em dia muitos médicos receitam remédios para depressão que podem até aliviar um pouco os sintomas, mas enquanto a pessoa não for na causa verdadeira da depressão, ela vai ficar sempre dependente e triste, pois depressão é uma doença da alma.
Como diz a Bhagavad Gita, uma escritura do Yoga:
“Aquele que é capaz de suportar, aqui na terra, a agitação que resulta do desejo e da raiva, é disciplinado; ele é verdadeiramente um homem feliz”.

Cultive emoções positivas
Porém não podemos nos libertar da raiva simplesmente suprimindo-a. É necessário cultivar com constância os antídotos da raiva: a tolerância e a paciência.
Perceba em sua vida os efeitos benéficos da tolerância e da paciência e perceba também os efeitos destrutivos e negativos da raiva, dos ressentimentos e mágoas.
Contemplação e conscientização vão lhe motivar a desenvolver esses sentimentos de tolerância, paciência e aceitação além de fazer com que você tenha mais cuidado em não alimentar pensamentos de raiva.
Para ficarmos livres desse inimigo interno tão destrutivo que surge de uma mente insatisfeita e descontente, é essencial gerar o contentamento interior, a gratidão e o entusiasmo; cultivar a bondade, a benevolência e a compaixão. Isto vai produzindo serenidade mental que impede a raiva de se manifestar.
A prática regular da meditação nos ajuda muito a dissolver a raiva e transformá-la em paciência, aceitação, e o perdão surgirá espontaneamente. Com o perdão podemos abandonar os sentimentos negativos associados aos acontecimentos passados nos livrando das sensações de raiva e ressentimentos.
Baba Muktananda, em seu livro Encontrei a vida, nos conta que certa vez perguntaram à grande santa Rabi'a:
- Você alguma vez sente raiva?
- Sim - replicou ela, mas só quando me esqueço de Deus."
Contemple essas palavras e compreenda que ao lembrar-se de Deus, ao desenvolver virtudes divinas, não haverá espaço para a raiva em seu interior e assim, você poderá ser mais livre e feliz. Fique em paz!

domingo, 5 de junho de 2011

Existem duas correntes no mundo: a positiva e a negativa.

  Esta postagem mais uma vez é baseada em uma conversa que tive com um amigo hoje durante o almoço e busquei uma mensagem que pudesse esclarecer melhor a questão do poder dos pensamentos das pessoas. Ela é um trecho de um livro e foi adaptada para a ocasião. Espero que ajude!




As pessoas que, desde a infância, mergulham e são mergulhadas na corrente negativa, levam uma vida desagradável, cheia de insucesso e de infelicidades. Sentem necessidade de água límpida, mas vivem afundadas no lodo. Qualquer palavra que lhes sai da boca vem composta de maus fluidos, como a amargura, a ameaça, a angústia, a frustração o ódio, a inveja, o ciúme. Nos negócios procuram sempre passar debaixo da porta. Nunca levantam a cabeça, de vergonha ou de medo. Para essas pessoas, tudo é mau, é feio, é perigoso, é azar. Quando casam, já entram por esse caminho desconfiados de que não vai dar certo e ficam de olho tenso em cima do parceiro. Se essas pessoas tiveram formação religiosa, se conformarão com a amargura dizendo que nasceram para sofrer mesmo, a fim de pagar os pecados, aplacar a ira divina e, desta forma, conseguir um lugarzinho no céu, nem que seja no último buraco. Se não tiveram formação religiosa, amaldiçoarão a vida.É preciso, no entanto, saber que uma reprogramação mental faz milagres.

Por outro lado, quem nasceu mergulhado na corrente positiva, ou seja, no envolvimento do amor, da alegria, da segurança interior, na certeza de que a vida reserva sempre o melhor, este enfrenta com entusiasmo cada passo, e é um vitorioso nato. Ele acredita que a vida é um dom maravilhoso a ser usufruído e, de fato, a vida acaba lhe oferecendo tudo o que deseja. Descobriu que dentro de si existe um Poder Infinito e que basta socorrer-se deste poder, com convicção e fé, para obter o que lhe é devido como ser humano. Ele está sendo envolvido por uma aura positiva e tudo em torno dele lhe traz satisfações. Tudo o que sai da sua boca é, na maioria das vezes, mensagem de fé na vida, nas pessoas, em si mesmo. Seus olhos brilham com a força do vencedor, sua cabeça se ergue airosa e seu corpo marcha firme, sabendo para onde, como e porque.

É o mundo dividido em dois tipos característicos de pessoas e, no meio, os mais ou menos.Emile Coué já havia escrito, há muito tempo, que "o homem é aquilo que pensa".Desde as primeiras horas do dia você recebe inúmeras mensagens, que vão acionar o seu pensamento. O rádio, o jornal, as pessoas, os cartazes, as imagens, os gestos, enfim tudo que entra pelos seus sentidos vai povoar a sua mente, que, por sua vez, será impressionada pela força da sugestão de cada mensagem.

É por isso que se afirma que a sugestão exerce uma força incalculável na programação mental de cada pessoa.Pela auto-sugestão positiva você pode determinar que o subconsciente alcance o que você deseja. No subconsciente residem o Poder Infinito e a Sabedoria Infinita, que agem de acordo com as impressões recebidas de forma marcante e unívoca.

Quando você está com dor de cabeça, você pode sugestionar o subconsciente afirmando-se que está em perfeita saúde e que a cabeça está leve, descongestionada e refrescante - e o subconsciente vai transformar esta ordem em realidade física.Conheci uma menina que, assaltada por forte dor de cabeça, sentou-se numa poltrona, fechou os olhos e, calmamente, começou a repetir com fé: "Está passando, está passando, está passando". Continuou repetindo durante alguns minutinhos e a dor passou completamente.A sugestão, na verdade, é uma força poderosa, que deve ser utilizada em seu benefício. A sugestão pressiona o botão do subconsciente e o faz abrir as comportas do poder e da sabedoria. A sugestão tem mais força do que a realidade e torna a mente subconsciente submissa.

Se você hipnotiza uma pessoa e sugere que ela está com calor terrível, ela sentirá imenso calor e reagirá como quem está num verão insuportável, mesmo que o ambiente seja intensamente frio. O subconsciente não tomou conhecimento da realidade e só tomou conhecimento do que lhe foi determinado pela sugestão.

Experimente chegar a uma pessoa e dizer-Ihe: "Puxa vida, como você está pálida! Santo Deus, você está doente!"Ela ficará impressionada e até sentir-se-á doente. É o poder da sugestão.Se você disser para uma amiga: "Bah, como você está linda!", sua amiga ficará radiante e se sentirá realmente linda.

A vida toda é feita de sugestões. Positivas e negativas.A sugestão pode curar e pode adoecer uma pessoa. Pode enriquecê-la e pode empobrecê-la. Pode elevá-la e pode rebaixá-la.

Trecho do Livro "O PODER INFINITO DA SUA MENTE", Lauro Trevisan.

A Arte de Perdoar


    Sabe por que você tem que procurar compreender as pessoas? Sabe por que não pode ficar magoando e pisando nas pessoas? Sabe por que você tem que compreender as palavras e ações do outros? Simples, muito simples: porque você sabe como sofre, como dói quando fazem isto com você! Como chateia ouvir palavras duras, de ingratidão!
Não existe certo ou errado, so existe o que existe! Sabia disso?
As pessoas fazem o que fazem em virtude do que são, daquilo em que acreditam e das informações que possuem naquele momento para apoiar sentimentos e crenças.E muitas vezes você se vê através do julgamento que faz dos outros, sabia?
É por isso que o ato de perdoar é sublime! Perdoar aos outros e a si mesmo! Sim, perdoe-se! Seja lá o que foi que tenha acontecido na história da sua vida, você fez o que sabia e o que podia fazer, baseado naquilo que aprendeu e naquilo que acreditava ser o mais correto na ocasião! Pois bem, essa maneira de encarar o perdão e a aceitação é válida também para os outros, viu?
Dê às pessoas o melhor de você: seu amor, seu sorriso, seu perdão, sua vida! Reparta com todos aquilo que você tem, aquilo que você é! E permita que as pessoas façam suas escolhas.
Perdoe sempre! E quando as pessoas fraquejarem ou caírem, esteja presente para apoiá-las, sem raiva, sem julgamento e sem medo. Não coloque condições para dar-lhes amor!
Pare de procurar os seus próprios erros nos atos dos outros, tá? No fundo, o melhor que você pode fazer por seus amigos é parar de pensar que há algo de errado com eles e sim com quem você é pra eles.

"Diga mais eu te amo para as pessoas que você ama. E que são muitas! Mas seja sempre sincero"